
Desde ontem temos mais um habitante aqui em casa, ela ainda nao tem nome...
Aceitamos sugestões
Com o exemplo tudo fica claro:
Mensalão. CPI contra um esquema que envolve quase todos os partidos do país. O negócio começa a crescer, mais gente vai sendo envolvida, a merda é jogada no ventilador, e os partidários de um e de outro lado acabam vendo que, quem sabe não seria melhor a gente esquecer toda essa besteira, e vamos todos confraternizar, e quando a gente vê, ficou todo mundo amigo de novo. Estão lá, no final de semana comendo pizza e bebendo cerveja juntos.
Daí a gente pode encurtar a história, vamos desde o começo:
Mensalão. Pizza!
E tudo aquilo que eu escrevi em várias linhas ali em cima se transformou em duas palavras. E, só com essas duas, todo mundo entendeu até melhor do que antes. Acho que isso que é metonímia. Mas, acho que nós somos pessoas modernas, e não precisamos nos ater a ditados tão batidos, assim, enquadrando-se mais com a realidade a qual estou cercado, até porque tem gente que não gosta de pizza e estaria excluído da confraternização, ao invés de falar que vai acabar em pizza, na próxima vez vou dizer:
Vai acabar em cerveja!
No meio do almoço de família, vez que especialmente se encontravam alguns amigos, o casal resolve se pronunciar. Conta como foi o seu envolvimento, a platéia repleta de conhecidos acha tudo muito bonito, e chega o momento em que eles anunciam que trocarão alianças. Nesse momento alguém lembra que tem que ser ouvida a opinião do pai da moça. Então ele se aproxima, visivelmente abalado, pára por um momento, se concentra e, quando vai começar a falar, vem um brado, um tanto quanto desesperado, do meio da platéia:
-ENTREGA LOGO!
Nesse momento, como que fosse um jogo de dominó, tudo de pé um do lado do outro, o público impaciente com o longo momento de reflexão do pai, veio abaixo. Eram gritos para que ele desse logo o aval, e se livrasse do peso do karma que carregava. No meio disso tudo se destacava o irmão da noiva, - Te livra logo tchê!
Que sejam felizes, Clarisse, minha melhor amiga, e Toninho, meu mais novo melhor amigo (não só por ocupar a posição de noivo, mas por merecimento) (e foi bonito aquele 180 na estrada né?!?!?!).Exitse uma pesquisa que mosrta que se vcoe trocar a odrem das letras de uma palavra, mantendo a primiera e a última no mesmo lugar, aucomatitamente o nosso cérebro ordena-as e faz a leitura correta sem dicifuldades.
0:54 da madruga.
Conversa por MSN:
se foi um transformador
ouviu?
Ricardo Leitão diz:
nah...
foi um trovão!
sujeito diz:
nao sei nao
Ricardo Leitão diz:
ou entao eu nao ouvi...
sujeito diz:
dois
bam e bam
Ricardo Leitão diz:
hehe
nah... eu ouvi bruuummmmmmmmmm!
sujeito diz:
foda-se
É que ele mora a duas quadras da minha casa...
Não sei se isso é bom ou ruim, nem se tem qualquer relevância na vida de uma pessoa, mas acredito que todos deveriam conhecer melhor o seu próprio corpo, para evitar sustos e constrangimentos.
Estava um grupo de amigos reunidos numa casa de praia e, constante de um dos males da convivência moderna, havia uma câmera digital. É um instrumento que deveria ter a sua presença controlada, pois sempre acaba levando à eternidade, imagens reveladoras de momentos aos quais não há explicação lógica.
Voltando ao grupo de amigos, um dos elementos munido com o utensílio fotográfico, aproveitou-se do momento desacautelado em que um amigo dormia, e registrou para a imortalidade o cofrinho alheio. Horas depois, já acordado, o sonibundo resolveu dar uma olhada nas fotos que o pessoal havia tirado. Não foi grande a surpresa de se deparar com a foto de uma caixa forte, nem tampouco de constatar a natureza cabeluda da mesma. A surpresa veio no momento em que foi revelado quem era o dono da arca.
-Isso aqui é meu? - dizia sem querer acreditar muito. Depois, ao cair da ficha, repetia aos sussurros para si mesmo, ainda pasmo com a revelação, como quem se lamuria e penaliza ao mesmo tempo, com a intenção de que a realidade inevitável passe ao intrínseco do individuo, que ainda não aceita o fato como verdadeiro:
-Meu cofrinho é cabeludo.... Meu cofrinho é cabeludo...
R$ 500,00 por um tênis de molinha: “Uma facada”
Uma peixeira enfiada nas costas do ACMinho: Acho que fica difícil chamar de facada.
Se pelo menos ele tivesse morrido, mas não! Parece que até teve que levar uns pontos, mas não deve nem processar a mulher, levando em consideração que o máximo que ele vai conseguir arrancar de dinheiro dela, deve dar menos do que é só o aumento do salário dele, que iria de 12.800,00 para 24.500,00.
Ao menos uma notícia boa: O STF não aprovou o aumento de 91% nos salários dos deputados e senadores. A notícia ruim é que ainda resta uma alternativa, e provavelmente os caras vão conseguir o aumento absurdo.
Não que eu queira apoiar a violência, mas se acontecesse com mais freqüência, duvido muito que continuasse essa sem-vergonhice que anda o nosso país. É uma pena que a imprensa dá tanta atenção para a peixeira, e acaba faltando destaque para “O Facadão”.
Era perto das nove horas da manhã, eu tava indo pegar o ônibus pro trabalho, e ouvi aquela balbúrdia. Bom né, gol de alguém. Entrei no marinete e vi que o cobrador tinha um sorriso incontrolável na cara, sendo assim, fui com ele me informar acerca do evento futebolístico de hoje de manhã:
-Gol do inter?
-AHAM!!!!!!
-De quem?
-NEM SEI, MAS FOI UM GOLAÇO!
Plena terça feira, final de tarde, chego em casa podre de cansado de ter trabalhado desde às 7 horas da manhã. Toca o telefone, é um amigo:
– Dae Che! Como que ta?
– Poh cara... Cansado pra caralho! Hoje eu fui até... (segue uma lista de lugares e tarefas realizadas durante o dia, e continuo) ...Agora eu tenho que dar uma olhada na matéria, porque ainda tenho uma prova hoje.
Esse era o momento que eu esperava umas palavras de consolo, ou umas dicas pra prova, ou no mínimo um “boa sorte”. Mas as palavras que seguiram o diálogo foram:
– Bah cara... hoje eu dormi a tarde inteira.
Nesse momento, tomado de sentimento enfurecedor e com vontade de esganar o indivíduo, o único comentário que consegui exprimir foi:
– Filho da puta!
Alguém arrisca o nome desse indivíduo?
Outro dia estava conversando com um amigo meu, sobre mulheres, e sobre o jeito que nós lidamos com elas, e no meio da conversa ele me sintetizou como “Jason”. O que me faz parar pra pensar um pouco, visto que até hoje não deu muito certo a minha técnica, quando se pensa no argumento teleológico para medir a eficácia dos métodos.
”Jason”?!
Poh... não podia ser mais direto? Hehehe
Esse olhudo aí é o "Tuba", reparem que atrás dele, bem na linha do olho tem um pequeno listradinho, é um Barbus Sumatra, que ainda não tem nome. Apesar de caber dentro da boca do Tuba, o pequeno é um tanto quanto agressivo, perto da passividade do primeiro. Aceito sugestões para o nome.